Atualizações do grupo TM1, na página TM1 deste blog
Este blog é um espaço para circular idéias, informações e atividades que contribuam para a construção mútua do conhecimento.
Conhecimento mútuo
sábado, 3 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Detalhes da nossa visita a Estação Ciência já estão disponíveis na página Passeio neste blog....
A estação Ciência fica localizada ao lado da estação Lapa
Mais informações clique na página deste blog.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
“A hora é agora e o lugar é aqui!”
Por muitos séculos o conhecimento de conceitos é compartilhado por pessoas, porém não por todas, geralmente este é compartilhado por alguns poucos e privado para outros muitos. Por quê? Ideologicamente, o conhecimento é poder, quanto mais o povo for afastado dele, mais fácil será sua dominação.
Logo, o povo é condicionado a acreditar no fatalismo, onde as coisas são como são e não podem ser mudadas e esta é a maior competência da dominação, condicionar as pessoas a se naturalizarem com a situação que lhes é dada. Ou pior ainda por a culpa nelas, na qual a situação de dominado é fruto de sua falta de esforço ou por não possuir mérito individual.
Nós, pertencentes à classe não privilegiada fomos estimulados a acreditar em tudo isso, acreditar que não temos um bom emprego porque não fizemos cursos profissionalizantes, ou não entramos em boas faculdades por não termos nos dedicado suficientemente aos estudos, ou não ter como ir a um bom hospital, por não possuir condições de pagar tal diária, ou de se alimentar de forma adequada, já que os bons alimentos são de preços inacessíveis... Enfim fomos condicionados a acreditar que a culpa da situação que nos encontramos é nossa, que a desigualdade é um produto de nossas ações e não algo mantido por uns poucos que estão no controle.
Assim o local mais eficaz para que esse condicionamento aconteça é na escola, visto nos discursos de professores e na forma de compartilhar o conhecimento, foi criada uma linguagem e uma forma de organização muito complexa, justamente para ser para poucos. Para Arruda “muitos não possuem sucesso na escola não por serem incompetentes, mas por se tornarem incompetentes graças a distribuição desigual dos bens”. E o que você faz? Aceita a escola que cumpre essa ideologia?
Por muitos séculos o conhecimento de conceitos é compartilhado por pessoas, porém não por todas, geralmente este é compartilhado por alguns poucos e privado para outros muitos. Por quê? Ideologicamente, o conhecimento é poder, quanto mais o povo for afastado dele, mais fácil será sua dominação.
Logo, o povo é condicionado a acreditar no fatalismo, onde as coisas são como são e não podem ser mudadas e esta é a maior competência da dominação, condicionar as pessoas a se naturalizarem com a situação que lhes é dada. Ou pior ainda por a culpa nelas, na qual a situação de dominado é fruto de sua falta de esforço ou por não possuir mérito individual.
Nós, pertencentes à classe não privilegiada fomos estimulados a acreditar em tudo isso, acreditar que não temos um bom emprego porque não fizemos cursos profissionalizantes, ou não entramos em boas faculdades por não termos nos dedicado suficientemente aos estudos, ou não ter como ir a um bom hospital, por não possuir condições de pagar tal diária, ou de se alimentar de forma adequada, já que os bons alimentos são de preços inacessíveis... Enfim fomos condicionados a acreditar que a culpa da situação que nos encontramos é nossa, que a desigualdade é um produto de nossas ações e não algo mantido por uns poucos que estão no controle.
Assim o local mais eficaz para que esse condicionamento aconteça é na escola, visto nos discursos de professores e na forma de compartilhar o conhecimento, foi criada uma linguagem e uma forma de organização muito complexa, justamente para ser para poucos. Para Arruda “muitos não possuem sucesso na escola não por serem incompetentes, mas por se tornarem incompetentes graças a distribuição desigual dos bens”. E o que você faz? Aceita a escola que cumpre essa ideologia?
domingo, 10 de julho de 2011
Pensar a fotografia é importantíssimo para a produção de comunicação, para ir além do uso instrumental de usar os equipamentos apesar por usar e também para aprender a fotografar tirando fotografias, experimentando.
Esse foi o segundo encontro do grupo TM1 - Todos menos um, porque ainda falta você.
Mais informações na página TM1 deste blog.
http://conhecimutuo.blogspot.com/p/tm1.html
Esse foi o segundo encontro do grupo TM1 - Todos menos um, porque ainda falta você.
Mais informações na página TM1 deste blog.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
kaiapó
Indios Kaiapó, ou Caiapó ou Kaapor, são originarios do Brasil Central, possuem 9 aldeias espalhadas nos contorno do rio Xingu e com uma população de aproximadamente 5 mil pessoas.
Há um documentário no Youtube sobre sua organização e modo de vida, segue link a quem se interessar:
Eu acredito que uma forma interessante de trazer as crianças a cultura kaiapó, seria pelos contos, pelas danças e formas artísticas.
Um conto que explica as estrelas no céu e este a seguir:
" Antigamente nós viviamos no céu, lá não existia noite e nem chuva, um dia durante a caça um índio encontrou um tatu, que para escapar cavou um enorme buraco e sumiu dentro dele, o caçador incrédulo, ficou encantado com o que viu no buraco.
Era um outro mundo com grandes rios serpentiando vastas florestas, habitada por animais e muitas palmeiras, o índio voltou para a aldeia contando a todos a nova história, curiosos, foram todos ver a novidade, divididos entre entusiasmo e medo, decidiram que desceriam uma longa corda pra ver de perto o mundo lá de baixo.
Quando a corda ficou pronta, o primeiro índio desceu, muitos o seguiram e de repente sem que ninguém esperassse um velho inconformado com a derbandada cortou com um machado de pedra a corda que ligava os dois mundos.
Por isso as estrelas lá no alto são nossos parentes que ainda vivem no céu."
disponível em DVD Caiapó Metutire - Caiapó (2006)
Gravadora: Azul Music (www.azulmusic.com.br)
Fantástico!
Há um documentário no Youtube sobre sua organização e modo de vida, segue link a quem se interessar:
Eu acredito que uma forma interessante de trazer as crianças a cultura kaiapó, seria pelos contos, pelas danças e formas artísticas.
Um conto que explica as estrelas no céu e este a seguir:
" Antigamente nós viviamos no céu, lá não existia noite e nem chuva, um dia durante a caça um índio encontrou um tatu, que para escapar cavou um enorme buraco e sumiu dentro dele, o caçador incrédulo, ficou encantado com o que viu no buraco.
Era um outro mundo com grandes rios serpentiando vastas florestas, habitada por animais e muitas palmeiras, o índio voltou para a aldeia contando a todos a nova história, curiosos, foram todos ver a novidade, divididos entre entusiasmo e medo, decidiram que desceriam uma longa corda pra ver de perto o mundo lá de baixo.
Quando a corda ficou pronta, o primeiro índio desceu, muitos o seguiram e de repente sem que ninguém esperassse um velho inconformado com a derbandada cortou com um machado de pedra a corda que ligava os dois mundos.
Por isso as estrelas lá no alto são nossos parentes que ainda vivem no céu."
disponível em DVD Caiapó Metutire - Caiapó (2006)
Gravadora: Azul Music (www.azulmusic.com.br)
Fantástico!
segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dia 10/05/2011 ,
Alguns dias antes da lembrança da 'falsa libertação dos negros' e nós discutimos sobre as falsas libertações que vivemos no dia-a-dia, o que alicercou nossa conversa foi o livro de Marta Suplicy de Mariazinha a Maria com a vivência das mulheres da turma que não se contentaram em apenas ver a vida passar, mas vivê-la; mesmo com contratempos, que não são poucos e nem atípicos, nossas histórias possuem mais semelhanças do que imaginavamos.
Com esta ideia fiz um desenho retratando o nosso encontro, principalmente no momento em a Grácia citando o Donizete disse que há muitos que reclamam 'não aguentar mais os outros na sua cabeça', mas não percebem que eles necessitam sair de baixo.
E esses muitos (sem identidade - no desenho) que carregam poucos e mantêm a sociedade do jeito que está.
No meu entendimento isto acontece até o ser se perceber como indivíduo e sair da caverna para ver a realidade (Platão) e nós que já temos a percepção de algumas destas realidade necessitamos nos organizar para possibitar essa nova visão a todos, seja através da educomunicação, pelas práticas sociais, na sala de aula.... temos um compromisso com a liberdade! Que ela seja reafirmada e revivida a todo momento.
Espero que gostem.
Axé para todxs!
Sheyla Melo
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